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Corpo Negro
Trago-te, neste
instante, um mundo de esperança,
um
mundo de alegriaaaaaaaa para a tua paz,
ó
tu, que és minha pomba solitária e mansa,
ó
tu, que és sempre grata ao bem que alguém te faz.
Trago-te a alma em
flor enquanto a vida avança,
despetalando
o sonho ardente que se traz
daqueles
tempos bons! Dos tempos de criança,
quando,
de uma aventura, ainda se corre atrás.
Eu
não te deixo nunca enquanto ainda eu tiver,
junto
a estes braços meus, teu corpo de mulher,
tão
casto, cor de jambo, jovem e sedutor.
Hei de fazer de ti um
ente tão feliz,
tu
que és meu sumo bem, oh, tu que eu tanto quis
para
poder viver na vida de um grande amor.
Professor Eduardo de Oliveira
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