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Habitação
é conquista de moradores e moradoras de São Paulo com Lídia!
O
primeiro mandato de Lídia nasceu com a conquista da casa própria em
mutirão e com a conquista de leite para as crianças. Casa e comida.
Segurança da moradia e do combate à fome nos primeiros anos de vida. Em
1988, Lídia, presidente-fundadora da Associação de Mulheres de Pirituba
e diretora de nossa Federação de Mulheres Paulistas organizou centenas
de Associações femininas na capital e mobilizamos as mulheres rumo a
estas vitórias. Os primeiros mutirões em Heliópolis (200 unidades),
maior favela de São Paulo; Nazaré (300), Inácio Monteiro (500) e
Itaquera IV (1.154) na região leste, atenderam 2.154 filiadas que
participaram da luta beneficiando em média 8 pessoas por família.
Um
total estimado em 17.232 adultos, jovens, crianças e idosos.
Iniciaram em 1989, reunindo aos finais de
semana, no canteiro de obras, mulheres com o maior numero de filhos.
Companheiras que, por vários motivos, estivessem responsáveis pelo
sustento dos filhos momentaneamente sozinhas foram indicadas primeiro.
Depois, de desempregadas a trabalhadoras e trabalhadores, com renda
máxima até dois salários mínimos e sem a exigência de comprovação de
renda e crédito. A União de todos resultou em trabalho incansável e
desafiador, durante dois anos e meio, com experiências inesquecíveis
para todos. Estes primeiros muti rões
não haviam terminado e unidas à CGTB vieram novos canteiros de obras.
Marechal Tito (500 unidades), Conceição (500), Fazenda do Carmo (300) e
Winnie Mandela (200) na região leste e Brasilândia (300) na região oeste
atenderam um total de 1.800 filiadas beneficiando 14.400 pessoas.
As famílias construtoras entraram em suas
casas e com o passar dos anos as ampliaram para sobrados ou em casas
térreas belíssimas que hoje, em centenas de casos, abrigam também filhos
e filhas que se casaram. Tudo com muito capricho. Aquele cuidado de quem
gerou um belo fruto que atenderá a várias gerações.
As
prestações pagas pelas casas não alcançam R$ 70.00 e a organização
comunitária continuou a ser fortalecida com Lídia na Câmara Municipal de
São Paulo. Escolas, postos de saúde e praças garantiram o acesso à
educação, saúde e lazer. Cursos de alfabetização e profissionalizantes
abriram horizontes para muitos. Batalhar para que os recursos municipais,
estaduais e federais sejam aplicados nas necessidades do povo é a
determinação de Lídia que precisamos de volta na Câmara.
As
lutas por moradia continuaram e a conquista passou a ser prédios.
Encosta Norte, Marechal Tito e Conceição na região leste e Brasilândia
novamente na região oeste provaram que as mulheres unidas a seus amigos,
maridos, pais, irmãos, constroem prédios. Mais 1.800 pessoas tomaram
posse de suas moradias abrigando seus familiares.
Em
1988, Lídia também realizou a fundação da Confederação das Mulheres do
Brasil levando estas conquistas para outros estados e famílias
paranaenses, mineiras e pernambucanas puderam viver a alegria de abrir a
porta de sua casa própria conquistada com a força da união e a
persistência de quem acredita que a luta, com o empenho de todos, planta
o futuro de muitos.

Início Itaquera IV-
1.154 casas

Mutirão Conceição -500
casas
Assinatura do Convênio FMP e Prefeitura
Municipal de São Paulo – Associação de Mulheres Winnie Mandela – governo
prefeita Luísa Erundina


Lídia Correa, Gláucia Morelli, Marta
Alexandre com lideranças da Associação de Mulheres e Nabil Bondouki –
Cohab-SP – 200 casas
De norte a sul, de leste a oeste de São
Paulo é Lídia Vereadora pela casa própria!
15615! Com MARTA Prefeita!
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