
Os treinamentos em controle social serão divididos em 32 horas, sendo
treinamentinicial de abertura, atividades práticas, encontros de
avaliação e balizamento doconteúdos, atividades práticas e encerramento.
Oficinas de
Abertura: 16 horas
Conteúdo
-
O
que é o SUS;
-
O
que é o PAISM;
-
O
que é Controle Social dos Serviços Públicos de Saúde;
-
Pacto
pela Saúde;
-
Organismos
de controle social e gestão participativa;
-
O
que são determinantes sociais em saúde;
-
Planejamento orçamentário e saúde pública;
Atividades
práticas – 04 horas.
Oficina de
balizamento e acompanhamento das atividades – 4 horas.
Atividades
práticas – 04 horas.
Encerramento
do projeto e certificação – 4 horas.
Os
treinamentos em promoção do pré-natal e prevenção de DST´s e Aids serão
terão duração de 8 horas teóricas, com o seguinte conteúdo:
As monitoras qualificadas desenvolverão os trabalhojunto à gestantes já
cadastradas nas Unidades Básicas dSaúde, buscando a sensibilização,
mobilização e participação dessas gestantes num pré-natal mais completo,
na opção por um parto natural e seguro, na amamentação, puerpério e
cuidados iniciais com o bebê.
A partir da
contribuição dos técnicos especialistas que vieram de diversos Estados a
convite da CMB elaboramos os conteúdos prévios para a redação da
cartilha, sendo eles:
Público-alvo:
a cartilha será utilizada nacionalmente pelo MS para as usuárias do
SUS em geral, em especial mulheres das comunidades, movimentos de
mulheres e lideranças femininas.
Objetivo:
estimular e ampliar a participação das mulheres nos espaços de controle
social do SUS, favorecendo o empoderamento da mulher em relação a sua
própria saúde, visando o fortalecimento da política de saúde e a
qualidade dos serviços;
Conteúdos (não necessariamente na ordem):
-
Saúde
como um Direito;
-
SUS:
princípios e diretrizes;
-
Conceito
de saúde (Determinantes sociais);
-
Panorama
atual da Saúde da Mulher;
-
Política
Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher;
-
Pacto
Pela Saúde (recorte das mulheres);
-
Promoção
de saúde (orientação para auto-cuidado da mulher como encarte ou
ponto de partida para a participação);
-
História
da luta da mulher pela saúde;
-
O que é
controle social no SUS;
-
Espaços
de controle social: onde você pode exercer essa participação.
(apresentar não somente os espaços dentro do SUS, mas outros espaços
sociais);
-
Fluxo da
Atenção à Saúde, (enfatizando a Atenção Básica como porta de entrada
e espaço essencial.);
-
O tom da
cartilha deve responder a pergunta: porque devo participar disso
tudo?
Ao final:
"roteiro" para identificação das instâncias de controle social (ouvidorias,
disque-saúde, conselhos gestores das unidades, ministério público, etc).
Segundo
consenso entre os participantes, o vídeo produzido pela CMB com apoio do
ministério da saúde será direcionado para o mesmo público alvo da
cartilha, tendo o seguinte conteúdo:
a)
depoimentos relativos à construção do PAISM e a luta das mulheres pelo
direito à saúde;
b)
problemas de acesso ao sistema de saúde;
"Mote"
Coletivo de
mulheres em diversas faixas etárias juntas conversando sobre suas
experiências, a partir de problemas de saúde e formas de enfrentamento
delas (diversas, em vários âmbitos, por vários caminhos).
-
Personagens não-fictícios em roda dialogando sobre suas
experiências. O diálogo se dará em torno de roteiro previamente
estabelecido (as participantes serão mulheres participantes do
projeto de controle social, sendo monitoras, agentes e lideranças
envolvidas na formação e divulgação do controle social);
-
Intercalam-se cenas instrutivas (depoimentos, imagens históricas,
imagens de atividades de controle social atualmente, etc);
-
Imagens
de atividades coletivas como plenário de conferência de saúde;
-
Perguntas
feitas para o grupo de mulheres e suas experiências;
Conteúdo
Dificuldades
enfrentadas pela população no acesso à saúde;
Panorama do
Sistema de Saúde (pinceladas da realidade atual – coisas boas e ruins);
O que é o SUS
e sua origem;
Mulheres e
participação no controle social;
Mecanismos de
participação e controle social.
Currículo dos participantes:
1.
Ana Maria Rodrigues
São Paulo
Psicóloga, Diretora da CMB. Coordenadora nacional de Saúde da CMB.
Coordenadora do Projeto de Controle Social de Políticas Públicas CMB/MS
Membro do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna. Presidente
do ILSAT - Inst. Ibero Americano da Saúde e do Trabalho
2. Mariana
Giorgion
São Paulo
Psicanalista. Especialista em Psicologia Hospitalar ICHC/FMUSP.
Mestranda em psicanálise e linguagem. FE/USP. Técnica de Saúde da CMB
3. Rosa de
Lourdes Azevedo dos Santos
São Paulo
Assistente Social - Dra. em Saúde Pública. Membro do Conselho Nacional
de Saúde e da
Rede Feminista de Saúde
4. Gabriela
Lamego
Salvador – Bahia
Psicóloga. Mestre em saúde comunitária.
5. Vanilda
Maria de Oliveira
Goiânia-GO
Socióloga – mestre em sociologia. Membro da ONG Transas do Corpo.
6. Izabel
Cristina de Siqueira Carvalho
Cuiabá - MT
Assistente social – especialização em administração dos serviços de
saúde.
7. Cremilda
Luíza de Almeida
Belo Horizonte – MG
Pedagoga – especialista em saúde sexual e reprodutiva. Membro da Rede
Feminista de Saúde
8. Gisela
Garritano
Brasília – DF
Pedagoga. Consultora da DAGEP
9. Julia
Barban Morelli
Ribeirão Preto – SP
Médica. Residente em Saúde Coletiva. Técnica especialista da CMB.
10. Antonio
Augusto Dall’agnol Modesto
São Paulo
Medico. Residente de Medicina de Família e Comunidade (FMUSP).
11. Francisco
Panadés Rubió
Belo Horizonte - MG
Médico. Coordenador do Projeto PROANGOLA - Departamento de Medicina
Preventiva e Social - Faculdade de Medicina da UFMG.