25 de julho – Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha

 

Prezadas Conselheiras

Por ocasião do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho, a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres divulgará um texto em homenagem às mulheres negras de toda a América Latina e Caribe, e em especial às mulheres negras brasileiras. O texto, que segue em anexo já assinado pela SPM (e que naturalmente já conta com a aprovação da Ministra da SPM e Presidenta do CNDM) poderá ser também assinado pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Caso este encaminhamento tenha a discordância de alguma conselheira, solicito manifestação durante o dia de hoje. Caso não haja manifestação contrária, a divulgação será feita com a assinatura também do CNDM.

Atenciosamente,
Susana Cabral
Secretária do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher


O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, comemorado neste 25 de julho, representa um marco histórico na luta das organizações de mulheres negras pois reconhece, visibiliza e valoriza sua contribuição no enfrentamento ao racismo e ao sexismo. São estas mulheres que têm produzido – com sua luta e ação política – resistências à reprodução do racismo e do sexismo e reafirmado o movimento de mulheres negras como um importante agente político na construção de uma sociedade verdadeiramente democrática.

Nesta data, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, órgão responsável pela coordenação de políticas para todas as brasileiras, e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher prestam sua homenagem às mulheres negras de toda a América Latina e Caribe que tiveram papel decisivo na formação de suas nações, que resistiram secularmente ao escravismo e que, com seu legado de luta, têm contribuído decisivamente para o desenvolvimento dos países e para a construção de um futuro com justiça de gênero e reparação étnico-racial.

Às mulheres negras brasileiras, que amamentaram em seus seios os filhos dos senhores e que ainda sofrem os resultados destes processos históricos e perversos de exclusão e preconceito, nosso reconhecimento  e nosso compromisso com a implementação de ações que promovam uma sociedade mais igualitária. É dever do Estado brasileiro e compromisso do governo federal trabalhar em permanente articulação com os movimentos sociais para reverter esta história de desigualdades. Um país democrático, sem racismo e sem sexismo, é um direito de todas e todos.

Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher

 


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