Centenas de mulheres do Brasil inteiro participaram do III Congresso da CMB

Delegações de 16 estados e 3 países participaram do III Congresso da Confederação de Mulheres do Brasil

 

 

Nos dias 23 e 24 de maio, mais de 600 delegadas do Brasil inteiro, e algumas companheiras de outros países, estiveram no Guarujá (SP) para o III Congresso da Confederação das Mulheres do Brasil.

Durante um fim de semana inteiro, a CMB reuniu no Casa Grande Hotel, mulheres sindicalistas, empresárias e representantes do setor público, parlamentares, estudantes, de partidos políticos e de centrais sindicais, do movimento negro, comunitário e de mulheres, de conselhos femininos, de entidades nacionais, estaduais e municipais.

Mulheres de 16 estados do Brasil e de 3 países discutiram o acesso da mulher ao mercado de trabalho, com salário justo e equipamentos sociais, discutiram o Brasil, a Saúde e o Sistema Único de Saúde, a Educação, a Cultura e a mídia, a mulher na política e nas instâncias de decisão, o desenvolvimento e o combate à violência, discutiram o crescimento econômico e a crise internacional e tiraram as linhas de luta que a CMB irá defender pelo próximo mandato da diretoria que foi eleita.

“Nos reunimos aqui hoje nesta hospitaleira Guarujá, e com o acolhimento da nossa estimada prefeita Antonieta, para fortalecer e ampliar a participação das brasileiras na nossa Confederação das Mulheres do Brasil”, afirmou Gláucia Morelli, presidente reeleita da CMB. O tema do Congresso - Mulher, Trabalho e Desenvolvimento - é, segundo Gláucia, a síntese de intenso trabalho coletivo. “A luta pelo direito ao trabalho é a nossa principal luta para a emancipação da mulher”, condensou.

 Abertura do evento contou com a participação da prefeita e da vice-prefeita do Guarujá, Antonieta de Brito e Regina Mariano. A prefeita Antonieta destacou a importância para a cidade da realização do evento. “É a primeira vez que temos um evento desse tamanho no Guarujá. É uma alegria muito grande receber vocês”, afirmou.

Antonieta destacou que “Guarujá é repleta de beleza, mas também de contradições, e o que estamos vendo é a esperança e a perspectiva de mudança na vida das pessoas. Quando estamos organizadas isso é possível”. “Uma coisa que nos integra é a nossa luta para transformar a sociedade, por uma sociedade mais justa para as mulheres e todo o povo. E nessa luta não queremos ser superiores, mas parceiras do gênero masculino”, declarou.

 


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